15/10/2010

A Última Música

por Ali

Está aí o filme para o final de semana!

Tentei reservá-lo durante duas semanas até conseguir locação!

No desfecho, uma filha que fica fragilizada com a separação dos pais, declara que seu pai os abandonou e decide não criar mais vínculo com ele. Porém, as férias forçadas na casa do próprio a fazem repensar e perceber que nem sempre estamos certos em relação às intenções das pessoas e que o amor… Sempre ele… É maior que as decepções mais profundas.

Já fez suas suposições? Bom… Depois de uma simples sinopse eu já imaginei tudo que possivelmente aconteceria no filme. Mas errei feio. E gostei disso! 

Miley Cyrus NÃO é Hannah Montana, e protagoniza uma linda história que me fez  acordar (e ainda permanecer) com as pálpebras absurdamente inchadas! – o fato de eu ter assistido na última madrugada talves tenha colaborado – .

Baseado na obra de Nicholas Sparks (mesmo autor de Um Amor pra Recordar), a história é linda com romance, irmãos mais novos nos dando grandes lições (curti em especial essa), Miley cantando um trecho de She Will Be Loved, tartarugas e um amor expressado ao som de piano de um pai por uma filha.

Créditos à emocionante atuação de  Greg Kinnear (pai) e ao lindo vestido que Ronnie usa em um casamento.

Beijão, Ali

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24/09/2010

À Prova de Fogo

por marizinhacm

O final de semana está chegando, a vontade de assistir um filme está pegando, mas você não sabe qual longa assistir dessa vez? Bem, tenho uma sugestão para você. O filme que eu indico é “À Prova de Fogo”. Ele é ótimo e vale muito a pena assistí-lo!

Conta a história de um casal que possui um relacionamento muito complicado e está à beira do divórcio. Caleb, o marido, recebe conselhos de seu pai e começa o “Desafio de Amar”, tentando assim, salvar seu casamento.

Para quem quiser, o site em português é este: http://www.provadefogoofilme.com.br/historias.php

Um bom filme!

23/09/2010

Moda, Restart e irritabilidade

por Lili

Talvez você deteste o que vou dizer, fique a vontade. Só espero que você reflita comigo.

Ouço muita gente rejeitando calorosamente os meninos do Restart, Cine, Hori e seus amigos e fãs ultrafluorcoloridos chamados de happyrock.
Você já deve ter assistido vídeos no YouTube criticando os garotos e presenciado, pelo menos uma vez, um discurso irritado sobre tudo o que os envolve (música, moda, estilo, sucesso). Talvez até tenha sido você quem proferiu esse discurso.


Particularmente, eu acho bonito pra adolescentes de 13, 14 anos, acho as cores super bacanas. Pra mim? Não, obrigada, não faz meu estilo.
Sobre a música, não conheço o suficiente para poder opiniar. O pouco que sei é que a temática das letras é o amor adolescente. Não ouço. E isso é tudo o que tenho a dizer sobre eles.

Gosto não se discute. Você pode detestar, você pode amar. Você é livre para isso. E livre inclusive para expressar a sua opinião [por favor, faça isso nos comentários]
A única coisa que eu não entendo é a irritação.
Me dê um motivo para ficar irritado com uma música que você não gosta ou com uma cartela de cores de que você discorda.
E, outra coisa: porque isso afeta tanto?

A música é ruim? Desligue o rádio.
Você acha que a pessoa tá mal vestida? Ninguém obriga você a achá-la bonita.
Tá cheio de happyrockers no local onde você está e você está incomodado? Atravesse a rua, saia do shopping, vá a outro restaurante.
Simplifique. Releve.

Quanta coisa realmente ruim deveria irritar e aprendemos a concentrar nossas forças nas diferenças completamente irrelevantes, a pautar nossos discursos em moda, escolhas pessoais -dos outros- e gosto musical.
Me pergunto onde foi que deixamos a tolerância de lado e começamos a chamar a alta irritabilidade de amiga.

Não deixe que, enquanto os happyrockers pulam de alegria, você adquira rugas.

22/09/2010

Falling in love again

por Lili

Não é bem o que você está pensando – apesar do que o título sugere.

Quem já se apaixonou sabe como é maravilhoso. A vida fica muito melhor, tudo assume um tom mais colorido, você fica bem humorada, bem menos irritada e, inegavelmente, muito mais bonita.

E então, sem que você perceba, alguma coisa é alterada e você não está mais com aquele brilho no olhar. Pode ser que o relacionamento tenha acabado, pode ser que ele tenha mudado. Provavelmente, você também mudou. É um momento difícil, delicado e sensível. Quase impossível não se sentir triste, meio perdida, sem aquele sentimento que fazia o coração palpitar.

Coloque seu coração para funcionar novamente: apaixone-se!
Não, não vá atrás de um novo namorado.
Corra para um novo amor.

Apaixone-se por algo que há tempo você planeja, por um hobby, por um objetivo diferente, por um desafio estimulante.

Encontre uma tarefa que te faça sorrir ao acordar, que te faça bem e que realmente faça teu coração palpitar.
Pode ser uma viagem que você programa há tanto tempo. Ou até mesmo começar a visitar aquela creche por onde você passa diariamente.
Ou quem sabe um novo curso? A sua família?

Mude a pergunta: não questione mais quem fará você feliz. Pergunte-se:
O que me faz feliz?
Descubra!
Aproveite a liberdade de estar fazendo algo para você mesma (sem machucar alguém querido, sem criar expectativas em outra pessoa) e tente! Comece novamente, de novo e de novo se julgar necessário.

Permita-se apaixonar-se novamente e voltar a sentir os sintomas da paixão da pele e no coração: a beleza do olhar, dos dias, da vida; a vontade de correr na chuva, que sorrir pra mundo, de usar aquela roupa que você ama.

11/09/2010

Testando…

por Lili

Quem me conhece sabe que eu detesto testes.
Acho taxativos. “Você é assim e assim… Cuidado com isso.. Aproveite isso… Tente ser mais desse jeito.”
Não concordo com a maioria dos resultados.
Tenho consciência de que sou minoria entre meninas…


Entretanto, encontrei um teste muito rápido -apenas 6 perguntas- que achei bacana. O título do teste é bastante pretensioso: Teste do Amor – Qual é o seu par ideal?
Apesar disso, as perguntas estão relacionadas a questões fixas da vida, como características pessoais e não a situações hipotéticas que pode ser que você nunca tenha vivido.
Você pode fazer o teste aqui.

O resultado é taxativo, como todos os outros resultados de teste. Meu resultado foi Construtor.
Concordo parcialmente, pois tenho convicção que existe um pouco de Diretor e de Negociador em mim.
O que tive que concordar é que realmente prezo a lealdade e companheirismo e busco um dia construir uma família. O teste deixou algo claro: é com outro construtor que poderei dividir a vida.

O mais interessante, na minha opinião, é que os resultados estão ligados à Teoria dos Quatro Temperamentos, uma ideia muito bacana sobre como somos e como nos relacionamos. Aqui tem um resumo bem bacana sobre eles.

Faça o teste e compartilhe conosco.
Você concorda com o resultado?